quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Hoje foi-se.


Chorei, falei de tanto calar. E cantei as dores que andavam me doendo. Acabei por dormir o dia todo, não vi, não fiz, nada sei, nada li. Não participei da rotina do proletariado comum. Hoje eu não fui eu, fui apenas menos uma na rua, mais uma na cama. Desculpe se mal lhe beijei, se não parecia amável, hoje caí, e fiquei. Hoje foi-se e como foice, intimidou minha paixão pelo sim e pelo não. Amanhã que dirá, que fará... Amanhã que será. O que será?




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